Presidente da Aspramece recebe dirigente da FANAFAP para discutir futuro da federação.

O presidente da ASPRAMECE, advogado P. Queiroz, recebeu nesta semana, na sede da entidade, o presidente da Federação Nacional dos Ferroviários Aposentados e Pensionistas (FANAFAP), Etevaldo Pereira. O encontro teve como principal pauta a situação financeira e institucional enfrentada pela Federação após as medidas adotadas pelo Governo Federal em decorrência das investigações envolvendo o INSS.

Segundo a FANAFAP, embora a entidade não tenha qualquer relação com os fatos investigados, acabou sendo impactada pelo bloqueio das consignações da entidade mantenedora, o que inviabilizou os repasses financeiros realizados pela Confederação Brasileira de Aposentados, Pensionistas e Idosos (COBAP). Sem esses recursos, a Federação está há mais de um ano sem receita para manter suas atividades institucionais.

Durante a reunião, Etevaldo Pereira buscou orientação jurídica sobre os caminhos possíveis para garantir a continuidade da atuação da Federação, responsável pela defesa dos direitos dos ferroviários aposentados e pensionistas em todo o país.

P. Queiroz explicou que já acompanhava a situação por ter participado da Assembleia Geral da COBAP, realizada nos dias 16 e 17 de junho, em São Paulo. Na ocasião, apresentou uma análise jurídica do cenário e detalhou as iniciativas que vêm sendo debatidas para recuperar a sustentabilidade institucional e financeira da Confederação e de suas entidades filiadas.

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Como encaminhamento, o presidente da ASPRAMECE orientou a convocação de uma reunião, inclusive em formato virtual, com a diretoria da FANAFAP para discutir alternativas e definir estratégias para a continuidade dos trabalhos. A entidade também colocou sua equipe jurídica à disposição.

Além dos presidentes das duas instituições, participaram da reunião os advogados Franzé Teles e Ednardo Bastos.

“Os aposentados e os idosos que, durante toda a sua vida laboral, se dedicaram e deram o seu suor ao crescimento do nosso país, não podem ser abandonados justamente no momento em que mais necessitam do apoio de suas entidades de classe. Na velhice, quando as limitações da idade e da saúde começam a comprometer a qualidade de vida, é dever de todos, inclusive do Estado, buscar soluções que preservem sua representação e seus direitos. Isso não é apenas uma questão jurídica, mas de justiça e respeito àqueles que ajudaram a construir o Brasil que temos hoje”, afirmou P. Queiroz.

 

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